Sobre a Canábis

Atualmente, falar de canábis já não é o tabu que era há uns anos. Embora ainda seja uma substância controlada, o acumular de evidência que comprova o valor terapêutico associado a esta planta permitiu que começasse a ser vista de outra forma. O estudo exaustivo e contínuo de diversas variedades da cannabis sativa, dos seus componentes principais (como os canabinóides e os terpenos), das suas aplicações terapêuticas e dos seus benefícios (e potenciais riscos) tem resultado numa aceitação cada vez maior por parte da sociedade. 

Isto levou a que as Nações Unidas mudassem a classificação da canábis, que passou do anexo IV da Convenção Única de 1961 sobre os Estupefacientes (uma classificação que não reconhece valor terapêutico às substâncias que dela fazem parte, e onde a cannabis sativa esteve durante 59 anos) para o Anexo I (que já reconhece o valor terapêutico das substâncias que dela fazem parte). Isto significa que o acesso a esta planta para fins medicinais e de I&D vai ficar facilitado, existindo a expectativa que esta situação leve não só a mais investigação sobre esta planta (que permitirá perceber melhor como os seus componentes interagem com o nosso sistema endocanabinóide, o que levará a um melhor conhecimento dos potenciais benefícios e riscos associados ao seu consumo), como também a um maior desenvolvimento de novas aplicações terapêuticas. Tudo isto deverá contribuir para que a sociedade tenha um acesso facilitado aos produtos à base desta planta e possa assim usufruir dos seus vários benefícios para a saúde. 

Para saber mais sobre a canábis, a sua história, os seus componentes principais e as suas aplicações terapêuticas explore esta página.

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